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	<title>Habitação Segura</title>
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	<description>informação para melhorar a segurança da sua casa a vários níveis</description>
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		<title>Casa mais segura nas férias</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 00:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É importante ir de férias descansado. Fechar portas e janelas, desligar a electricidade, a água e o gás, indicar a sua deslocação as autoridades. Estes são algumas das iniciativas que pode tomar antes de partir de férias e que podem impedir alguns dissabores no regresso. 1. Vigilância pela PSP: Entre 1 Julho e 15 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É importante ir de férias descansado. Fechar portas e janelas, desligar a electricidade, a água e o gás, indicar a sua deslocação as autoridades. Estes são algumas das iniciativas que pode tomar antes de partir de férias e que podem impedir alguns dissabores no regresso.</p>
<p><strong>1. Vigilância pela PSP:</strong> Entre 1 Julho e 15 de Setembro, a Polícia de Segurança Pública (PSP) disponibiliza-se para efectuar diversas passagens pela sua casa no percurso das patrulhas. Os agentes verificam o aspecto exterior do domicílio e, caso detectem algo de anómalo, alertam de imediato o proprietário da habitação. Para solicitar este serviço basta dirigir-se à esquadra mais próxima da sua habitação até 48 horas antes de partir.</p>
<p><strong>2. Sistema de alarme:</strong> A segurança da sua casa também pode ser reforçada com a instalação de um sistema de alarme. No mercado existem diversas soluções. Por exemplo, a aquisição de um kit básico tem um custo mensal de 21 e 26 euros, na Prosegur e na Securitas, respectivamente.</p>
<p><strong>3. Objectos valiosos em segurança:</strong> Mesmo que o seu seguro multiriscos abranja o recheio, durante a sua ausência deve manter em segurança objectos valiosos como jóias, obras de arte ou colecções. O ideal é ser no cofre de um banco. Catalogue também os objectos de valor, anote os seus números de série e tire fotografias.</p>
<p><strong>4. Fechar portas e janelas:</strong> É o conselho mais básico para manter a sua casa em segurança durante as férias. Antes de sair verifique se deixou todas as portas e janelas bem fechadas e não se esqueça de que uma porta com uma estrutura forte, de preferência blindada e com fechaduras de segurança pode ajudá-lo a precaver-se da entrada de &#8220;visitas indesejadas&#8221;.</p>
<p><strong>5. Ajuda dos vizinhos:</strong> A solidariedade entre vizinhos pode ajudar a inibir potenciais assaltantes. Se tiver familiaridade com algum vizinho peça a sua ajuda para dar uma aparência de actividade à sua residência através de tarefas simples como a recolha de correspondência, a abertura regular das persianas ou cortinas durante o dia e a iluminação do interior em algumas noites. Pode ainda colocar um temporizador em algum candeeiro para que este se ligue sozinho à noite, dando a impressão de que a casa está ocupada.</p>
<p><strong>6. Nada de publicidade:</strong> Evite comentar em público ou com desconhecidos os seus planos de férias, nem as datas em que prevê estar ausente. Essa informação deverá ser comunicada apenas a familiares, pessoas de confiança ou no máximo aos seus vizinhos.</p>
<p><strong>7. Equipamentos em ‘off&#8217;:</strong> Muitos dos problemas que acontecem em casa durante as férias resultam de fugas de água ou torneiras mal fechadas. Por isso, antes de partir certifique-se de que as deixa todas bem fechadas ou opte por desligar a torneira geral. Faça o mesmo com o gás e a electricidade. Desligue todos os aparelhos eléctricos da ficha ou os disjuntores no quadro (excepto o frigorífico), para prevenir curto-circuitos.</p>
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		<title>serviço PT CasaSegura</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 18:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A PT disponibiliza um serviço de segurança, denominado PT CasaSegura, que lhe permite visualizar remotamente a sua habitação ou negócio, a partir de qualquer computador com acesso à Internet. Através dum portal disponibilizado pela PT, poderá também configurar a lista de utilizadores a quem pretende dar acesso a cada uma das câmaras remotas configuradas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A PT disponibiliza um serviço de segurança, denominado PT CasaSegura, que lhe permite visualizar remotamente a sua habitação ou negócio, a partir de qualquer computador com acesso à Internet.</p>
<p>Através dum portal disponibilizado pela PT, poderá também configurar a lista de utilizadores a quem pretende dar acesso a cada uma das câmaras remotas configuradas no sistema. Através deste serviço consegue, de forma segura, obter imagens em tempo real da sua casa ou empresa. Pode ainda gravar pequenos vídeos de forma a armazenar todos os momentos importantes. Este serviço permite ainda configurar o sistema para que a gravação seja iniciada quando ocorre um alarme. Tem ainda acesso a uma linha de apoio permanente. </p>
<p>Os requisitos necessários para aceder a este serviço são: possuir uma linha telefónica da PTComunicações, possuir uma ligação permanente à internet via ADSL e a aquisição de um kit de Televigilância PTComunicações. Depois precisa de se registar no site e adquirir um dos serviços disponibilizado. </p>
<p>São dois os serviços disponibilizados, o serviço Vigilância e o Vigilância +. Os dois distinguem-se pelo espaço disponível para gravação de vídeos e pelo número de câmaras que se pode configurar. Na modalidade Vigilância é possível configurar 2 câmaras e gravar até 10Mb de vídeos. O preço é de 4.86€. No Vigilância + o número de câmaras aumentam para 4 e o espaço para gravação para os 20Mb. O preço é de 9.82€.</p>
<p>Mais informações sobre este serviço podem ser obtidas em <a href="https://www.ptcasasegura.pt">PT Casasegura</a>.</p>
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		<title>Segurança nas caldeiras a gás</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 01:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora não seja muito utilizado em Portugal, o aquecimento dos lares a gás é cada vez mais uma realidade nacional, sobretudo depois da inclusão e subsequente massificação dos sistemas deste género de combustível com a chegada do gás natural. O alargamento deste aos lares em território nacional, a um preço mais convidativo do que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora não seja muito utilizado em Portugal, o aquecimento dos lares a gás é cada vez mais uma realidade nacional, sobretudo depois da inclusão e subsequente massificação dos sistemas deste género de combustível com a chegada do gás natural. O alargamento deste aos lares em território nacional, a um preço mais convidativo do que a electricidade e o gás comum, levou a que muitos começassem a optar por esta alternativa, considerada como a mais viável para este tipo de utilização.</p>
<p>Como em qualquer líquido nocivo para o ser humano em doses limite, também o gás apresenta algumas particularidades e perigos, que se devem prevenir. Por isso, seguem-se algumas dicas de como manter a segurança das pessoas lá de casa em caso de uma emergência com as caldeiras a gás.</p>
<p><strong>Cuidados em caso de fuga</strong><br />
- Evitar o contacto directo ou indirecto com os olhos, mãos e pele;<br />
- Evitar inalação de fumo, protegendo-se com um pano de alguma densidade;<br />
- Ter em atenção o chão que pode ter líquido derramado e, por isso, provocar quedas;<br />
- Criar barreiras de protecção para evitar que o gás entre em contacto com outros espaços;<br />
- Prevenir contacto dos líquidos com o solo, águas superficiais ou subterrâneas;<br />
- Limpar os locais de derrame com um material absorvente.</p>
<p><strong>Primeiros socorros após uma fuga</strong><br />
- Em caso de inalação, apenas os profissionais médicos podem intervir e nada deve ser feito por pessoas que não estejam preparadas para estas situações, pois uma acção incorrecta pode despoletar uma reacção ainda mais adversa;<br />
- Em caso de contacto com os olhos, lavá-los bem com bastante água durante vários minutos e visitar o quanto antes um médico para que seja feito um diagnóstico profissional;<br />
- Em caso de ingestão deve-se lavar muito bem a boca com água e dirigir-se de imediato para uma unidade de cuidados médicos, onde serão efectuados os procedimentos necessários e mais adequados.</p>
<p><strong>Cuidados com a exposição prolongada</strong><br />
- Usar protecção para as vias respiratórias, preferencialmente com máscaras concebidas para esse fim;<br />
- Protecção das mãos com luvas de borracha anti-queimaduras/anti-fogo;<br />
- Proteger os olhos com óculos de segurança herméticos e equipados com protecções laterais;<br />
- Usar protecção para a pele, constituída por um vestuário apropriado, de magas longas e corpo completo, imunes à penetração do fumo e fogo, prevenindo queimaduras e inalação de dióxido de carbono.</p>
<p><strong>O que pode acontecer na sequência de fugas?</strong><br />
- Incêndios quando o tempo de exposição é prolongada ou o gás entra em contacto com substâncias que se inflamem;<br />
- Libertação de dióxido de carbono, uma substância letal para o ser humano em determinadas quantidades;<br />
- Contaminação de espaços circundantes àqueles onde ocorreu a fuga, nomeadamente com a infiltração nos solos e cursos de água;</p>
<p>Referidos os principais cuidados a ter com estes dispositivos, cabe agora a cada um respeitar as normas de segurança do uso das caldeiras a gás e evitar acidentes ou prevenir consequências maiores. Leve em consideração as dicas acima enunciadas e cuide da sua segurança e da dos seus.</p>
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		<title>Condomínio em Segurança contra o risco de incêndio</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 00:36:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A lei obriga a que cada condómino contrate um seguro contra o risco de incêndio para a sua fracção. Os incêndios em edifícios de habitação são normalmente provocados por falta de cuidado, podendo na maior parte das vezes ser evitados. As causas mais vulgares são o cozinhar, o fumar, a instalação e os aparelhos eléctricos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei obriga a que cada condómino contrate um seguro contra o risco de incêndio para a sua fracção.<br />
Os incêndios em edifícios de habitação são normalmente provocados por falta de cuidado, podendo na maior parte das vezes ser evitados. As causas mais vulgares são o cozinhar, o fumar, a instalação e os aparelhos eléctricos, algumas brincadeiras de crianças e a falta de cuidado com as lareiras e braseiras.</p>
<p>Nunca é demais lembrar medidas que podem ser tomadas nos edifícios de habitação com vista a limitar o risco de incêndio, facilitar a evacuação dos ocupantes e favorecer a intervenção dos bombeiros. Até porque, como bem diz o velho ditado popular, &#8220;Mais vale prevenir que remediar&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, uma das medidas de prevenção mais eficazes passa pela colocação de extintores, de acordo com o estipulado na lei; e o cuidado de não armazenar materiais que envolvam sério risco de incêndio. Os edifícios de altura superior a 28 metros e inferior a 60 metros de altura devem dispor de um extintor de incêndio portátil, do tipo 8A, localizado em cada piso. Edifícios desta altura devem também ser protegidos por uma instalação de pára-raios.</p>
<p>Além dos meios que a lei prevê na prevenção ao risco de incêndio, cabe também à assembleia de condóminos deliberar as medidas de segurança que lhes pareçam adequadas podendo, por exemplo, optar pela colocação de extintores, detectores de incêndio e de gás, independentemente da altura do edifício.</p>
<p>É igualmente importante manter as chaminés e os aparelhos de extracção de fumo em perfeitas condições de utilização, procedendo à sua limpeza regular para evitar a acumulação de gordura &#8211; um verdadeiro rastilho para o perigo de incêndio.</p>
<p>As medidas de prevenção são simples, a iniciativa é sua!</p>
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		<title>Faça um diagnóstico de segurança de sua casa gratuitamente</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/faca-um-diagnostico-de-seguranca-de-sua-casa-gratuitamente/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 23:18:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa altura em que se espera pela divulgação dos dados relativos aos assaltos a habitações em 2009, que devem ser divulgados até final deste primeiro trimestre do ano, é a altura certa para recordar os números de 2008, para efectuar as devidas comparações e tirar as correspondentes elações. De acordo com as autoridades portuguesas, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que se espera pela divulgação dos dados relativos aos assaltos a habitações em 2009, que devem ser divulgados até final deste primeiro trimestre do ano, é a altura certa para recordar os números de 2008, para efectuar as devidas comparações e tirar as correspondentes elações.</p>
<p>De acordo com as autoridades portuguesas, mais de 30 mil casas foram roubadas no decorrer desse ano, o que representa uma média de três casa por hora, num país com cerca de 11 milhões de habitantes e um número indeterminado de habitações, quer desocupadas, quer habitadas. Por isso, e porque nos tempos que correm é urgente tomar as precauções necessárias para evitar que a sua casa seja a próxima a “receber” a visita dos amigos do alheio, faça o quanto antes um diagnóstico de segurança à sua casa.</p>
<p>Lembre-se, não será uma perda de tempo, bem pelo contrário, permitir-lhe-á ganhar tempo aos larápios e passar-lhes à frente naquilo que eles tentam violar: a segurança da sua habitação.</p>
<p><strong>Análise de segurança gratuita</strong><br />
Uma das formas de avaliar o estado de segurança, ou insegurança da sua casa, é recorrer a simples ferramentas que as empresas facultam nos seus websites. Um desses exemplos é a última aposta da Prosegur, que tem disponível na sua página, um novo teste que permite a qualquer pessoa realizar uma análise de segurança grátis à sua casa.</p>
<p>Desenvolvido para a Prosegur Activa, o diagnóstico de segurança da sua habitação pode ser feito em passos bastante rápidos e de forma muito acessível. Para correr o teste, basta preencher os campos personalizados que dizem respeito ao seu concelho e tipo de habitação a que pretende efectuar a análise gratuita de segurança. Neste critério, poderá optar pelas várias alternativas apresentadas: apartamento, vivenda, casa de campo isolada, estabelecimento comercial ou empresa. Para concluir o diagnóstico de segurança gratuito à sua casa, basta posteriormente indicar o elemento de segurança de que já dispõe, entre as opções de porta blindada, grades nas janelas, porteiro ou luzes de detecção. Finalmente, clique em “medir já” e saiba o estado de segurança da sua habitação. Em pouco mais de dois minutos ficará a saber, de forma totalmente gratuita, o estado de segurança da sua casa. </p>
<p><strong>O mais adequado para a sua casa</strong><br />
A melhor forma de proteger uma habitação passaria pela junção do conjunto de elementos disponíveis para garantir a segurança desta e de todos aqueles que nela habitam. No entanto, nem sempre isso é possível e, na maioria dos casos em Portugal, é uma alternativa que está totalmente fora de questão. Para isso, é necessário uma boa parte de um orçamento disponível ou, o que será mais adequado, escolher a melhor empresa: a que oferece o melhor e mais acessível orçamento, numa avaliação global preço/qualidade.</p>
<p>De forma a melhorar a protecção da sua casa, deixamos em seguida alguns conselhos relativamente a cinco elementos cruciais de segurança, que explicamos sucintamente e sobre os quais apresentamos algumas vantagens e/ou desvantagens.</p>
<ul>
<li><strong>Câmara de vigilância</strong>. São uma grande mais-valia, mas geralmente fazem jus ao ditado “casa roubada, trancas à porta”. Ou seja, serve para captar e gravar os movimentos dos ladrões, sem que possuam a capacidade de proibir que estes assaltem a sua casa, a menos que alguém incumbido da responsabilidade de vigiar as imagens, alerte as autoridades. A outra opção é um porteiro ou câmaras de vigilância inteligentes, estas últimas ainda demasiado caras para a carteira da maioria dos portugueses.</li>
<li><strong>Grades nas janelas</strong>. Este é um dispositivo de segurança que terá de ser necessariamente combinado com outros. Caso opte por este elemento, o ideal é fazê-lo acompanhar por uma boa porta blindada. Em conjunto, a expressão “trancas à porta” ganha novo significado e torna bastante difícil a penetração dos larápios em sua casa, sem a sua autorização. Aqui, o combinado é a chave do sucesso.</li>
<li><strong>Luzes de detecção</strong>. São o mais usado dos elementos de segurança. Porém, é igualmente o mais ineficaz, mas tem uma grande vantagem, é o mais barato. São estas as características que levam à sua predilecção por parte das pessoas, que devem, no entanto, ter em atenção que este simples dispositivo é inútil se não estiver a ser complementado por outro elemento de segurança.</li>
<li><strong>Porteiro</strong>. É o elemento humanos é sempre importante, mas por si só acaba por ser ineficaz, por mais profissional que seja ou procure ser. Por esse motivo, é indispensável que possa contar, pelo menos, com a ajuda das câmaras de vigilância e/ou luzes de detecção, que são baratas e complementam bastante bem o “kit básico de segurança”;</li>
<li><strong>Porta blindada</strong>. O ideal era as portas para o exterior serem blindadas e com diversos dispositivos de fecho, bem como uma trave sólida a rodear todos os limites da porta. Mesmo com esta segurança, não é de ignorar a colocação de dobradiças de qualidade, fechaduras e trancas resistentes, bem como outros mecanismos deste género.</li>
</ul>
<p>Faça já um diagnóstico de segurança:<br />
<!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Prosegur --><br />
<script type="text/javascript" src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?taff=S425115154A9124"></script><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
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		<title>O que fazer em caso de sismo?</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/o-que-fazer-em-caso-de-sismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>

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		<description><![CDATA[É certo que nenhum local está livre de poder ser alvo de um sismo e, mais do que nunca, agora que alguns países foram vítimas destes fenómenos naturais, é importante relembrar alguns dos cuidados a ter em caso de emergência e que preparação deve ser efectuada para prevenir aquilo que é possível evitar. Listamos agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que nenhum local está livre de poder ser alvo de um sismo e, mais do que nunca, agora que alguns países foram vítimas destes fenómenos naturais, é importante relembrar alguns dos cuidados a ter em caso de emergência e que preparação deve ser efectuada para prevenir aquilo que é possível evitar.</p>
<p>Listamos agora alguns conselhos a ter nas três fases de acontecimento de um sismo. Estes são apenas alguns cuidados recomendados, dos quais se destacam a prevenção anterior ao tremor de terra e acções a seguir durante o decurso de um sismo. São sugestões que não podem ser ignoradas e são deveras úteis perante uma situação de terramoto.</p>
<p><strong>Antes do sismo</strong></p>
<ul>
<li>Tenha um estojo de emergência em local de fácil acesso e de que todos tenham conhecimento. Este deve conter um rádio a pilhas, com vários conjuntos destas. No seu interior devem estar ainda elementos de primeiros socorros e medicamentos que possam ser necessários;</li>
<li>Armazene água e alimentos não perecíveis, como enlatados e águas engarrafada, num espaço de fácil acesso. Podem ser muito úteis caso fique preso durante alguns dias;</li>
<li>Crie um plano de emergência, que deve ser conhecido por todos os elementos da família. Cada um deve saber o que fazer;</li>
<li>Electricidade, gás e luz devem ser desligados de imediato. Qualquer pessoas tem de saber fazê-lo, incluindo os elementos mais pequenos da família;</li>
<li>Crianças, idosos e pessoas de capacidades reduzidas devem estar familiarizadas com o plano de emergência. Faça simulacros com toda a família. Ajuda a criar rotinas, simplificando o que fazer em caso de emergência e interiorizando os procedimentos a seguir, o que ajuda a afastar o pânico;</li>
<li>Quadros, candeeiros, móveis, armários e outros elementos têm de estar bem fixados à parede. Objectos pesados no chão e camas ou sofás longe de vidros e janelas;</li>
</ul>
<p><strong>Durante o sismo</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha-se no centro das divisões e guarde distância de chaminés, espelhos, janelas ou objectos que possam cair. Coloque-se nos cantos das divisões ou debaixo de traves mestras, vãos de portas ou móveis fortes como camas e secretárias robustas;</li>
<li>Durante o tremor de terra, ajoelhe-se para proteger a cabeça e os olhos. Não se desloque por corredores e muito menos pelas escadas ou elevador;</li>
<li>Se estiver perto de combustíveis, líquidos perigosos, tóxicos ou substâncias químicas, esteja atento a derrames. Se detectar algum, após o sismo, procure limpá-lo. Caso este seja de grandes dimensões, procure alertar as autoridades após o tremor de terra e mantenha-se longe do local do incidente;</li>
<li>Caso esteja num local com máquinas, tente afastar-se o máximo possível destas, deslocando-se para os locais seguros (ver primeiro ponto desta parte);</li>
<li>Se estiver a conduzir, pare o carro logo que possível e mantenha-se no seu interior. Não permanece em cima de pontes ou perto de edifícios e estruturas. Procure uma zona vasta, mas livre. Não fique perto de zonas marítimas, pela possibilidade de ocorrência de tsunami e outros fenómenos de maré alta;</li>
</ul>
<p><strong>Depois do sismo</strong></p>
<ul>
<li>Se ficar preso e não conseguir soltar-se sozinho, tente chegar a um objecto e bata com este em outro, procurando comunicar com exterior, sinalizando sonoramente que está encurralado;</li>
<li>Catalisadores, como fósforos ou isqueiros, não podem ser activados. Pode haver fugas e levar a explosões;</li>
<li>Se abrir armários ou portas, tenha cautela. O sismo pode ter provocado a queda de objectos, que podem estar presos e acabarão por precipitar-se na sua direcção com a abertura destes elementos;</li>
<li>Depois de ter ocorrido o tremor de terra, veja qual o estado do edifício em que se encontra. Podem ter lugar réplicas do sismo, por isso, procure um local amplo para onde se deve dirigir. No caminho, esteja atento a possíveis feridos que possam estar em dificuldades. Se esse for o caso, utilize o telefone e solicite ajuda das autoridades;</li>
<li>Se a casa tiver sofrido danos, saia para a rua, mas pelas escadas. Antes disso, calce umas botas ou sapatos resistentes para prevenir lesões com objectos que se encontrem dispostos no chão. Não utilize o elevador e tenha atenção a todo o tipo de objectos que possam estar dispostos pelo solo, especialmente vidros e cabos eléctricos caídos;</li>
<li>Ao sair de casa, não utilize o elevador. Antes de pisar os degraus de escadas, avalie se estes aguentam com o seu peso;</li>
<li>Ao encontrar-se fora de casa, mantenha uma distância segura de postes eléctricos, edifícios, muros, árvores e outros elementos que possam cair. Procure um local amplo e aberto e não circule pelas estradas, que devem estar desimpedidas para viaturas de socorro;</li>
<li>Se tiver havido derrame de substâncias inflamáveis ou tóxicas, proceda à limpeza do local onde estas se encontram com a maior brevidade possível;</li>
<li>Não beba água da companhia. Esta pode estar contaminada. Opte por água engarrafada ou refrigerantes, que podem prevenir situações de possível contágio;</li>
<li>Tenha um rádio ligado e fique atento às informações que vão sendo difundidas. Colabore com as autoridades. Ouça as informações que vão sendo difundidas pela rádio, evite utilizar o telefone, para manter as linhas desocupadas. Não vaguei pelas ruas, deixando as vias abertas para a circulação de veículos de emergência;</li>
</ul>
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		<title>Vedação eléctrica: a protecção derradeira</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/vedacao-electrica-a-proteccao-derradeira/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 01:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[vedação]]></category>

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		<description><![CDATA[O sentimento de insegurança está cada vez mais presente entre a sociedade e já não é invulgar que nem na nossa própria casa estejamos protegidos. Por este motivo, os sistemas de segurança estão cada vez mais na ordem do dia e crescentemente são tidos como um elemento crucial de uma casa. Deixaram de ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento de insegurança está cada vez mais presente entre a sociedade e já não é invulgar que nem na nossa própria casa estejamos protegidos. Por este motivo, os sistemas de segurança estão cada vez mais na ordem do dia e crescentemente são tidos como um elemento crucial de uma casa. Deixaram de ser um extra e passaram a constituir-se como uma parte indispensável, que não pode ser deixada de lado na aquisição de habitação.</p>
<p>De entre as inúmeras opções de segurança, as câmaras de vigilância são o elemento mais utilizado. No entanto, estudos de mercado recentes demonstram que houve uma subida na procura de vedações eléctricas para uso doméstico, especialmente nos últimos cinco anos. Face a este novo dado, é importante dar a conhecer algumas informações relativas a este módulo de segurança, que tem tanto de vantajoso como de perigoso, sobretudo quando aplicado à margem da lei.</p>
<p><strong>Função da vedação eléctrica</strong><br />
A instalação deste elemento tem por objectivo dissuadir a intrusão indevida no edifício que este protege. Não serve como forma de violentar ou punir fisicamente possíveis invasores, mas para lhes incutir a consciência dos perigos que correm se tentarem ultrapassar este sistema de segurança.</p>
<p>O principal intuito da vedação eléctrica é muitas vezes ignorado por quem recorre a este equipamento que exige uma elevada responsabilidade por parte do seu requerente. Apesar de não oficialmente confirmado, mas recolhido em relatórios preliminares referidos por algumas empresas de segurança, a verdadeira razão que leva a maioria das pessoas a instalar a vedação eléctrica é a suposta violência que esta pode imprimir, mas que na verdade não passa da sua essencial forma de dissuasão, a real função das vedações eléctricas.</p>
<p><strong>Instalação correcta e legal</strong><br />
A colocação e activação das vedações eléctricas só deve ser realizada por uma empresa devidamente acreditada e licenciada para o efeito pela Protecção Civil e Estado português. Antes de solicitar qualquer visita de companhias que forneçam este tipo de elemento de segurança, verifique se estas constam da lista de empresas aprovadas para a instalação de vedações eléctricas em território nacional.</p>
<p>O incumprimento das regras de segurança exigidas pela legislação portuguesa acarreta pesadas sanções a nível judicial e criminal, pelo que o proprietário do espaço ou edifício que receba a vedação eléctrica deve certificar-se que a empresa contratada se regula pelas normas exigidas para estes casos.</p>
<p><img src="http://www.habitacaosegura.com/wp-content/uploads/2010/03/vedação-eléctrica-4-570x427.jpg" alt="vedação eléctrica 4 570x427 Vedação eléctrica: a protecção derradeira" title="vedação eléctrica" width="570" height="427" class="alignnone size-large wp-image-136" /></p>
<p><strong>Deve ter em conta:</strong></p>
<ul>
<li>o tamanho da vedação eléctrica tem de ser de, pelo menos, dois metros de altura. O tamanho ideal é de 2.50 metros, tendo nos 3.5/4 metros a altura máxima recomendada;</li>
<li>não deve haver vegetação num raio de três metros, a partir do local onde vedação eléctrica faz contacto com o solo. Todo o tipo de objectos exteriores à vedação devem ser mantidos à mesma distância;</li>
<li>combustíveis e material inflamável têm de estar a mais de cinco metros de distância da vedação eléctrica e devem estar colocados num local onde exista um extintor;</li>
<li>a potência máxima recomendada para as vedações eléctricas é de 10.000V, com uma descarga de energia inferior a 10 milésimas de segundo e um intervalo de, pelo menos, 1.5 segundos entre descargas eléctricas;</li>
<li>a manutenção da vedação eléctrica tem de ser efectuada com regularidade, a cada 12 meses. Esta acção deve ser levada a cabo por profissionais devidamente credenciados para o efeito, que devem fornecer ao proprietário da vedação eléctrica, todos os documentos que atestem o estado corrente deste equipamento. Estes poderão ser necessários para apresentação às devidas autoridades, em caso de vistoria-alvo ou aleatória;</li>
<li>a instalação da vedação eléctrica só pode ser realizada com o consentimento dos vizinhos que partilham espaços de contacto com o limite territorial imediato do espaço vedado. Esta permissão deixa de ser necessária caso a vedação esteja colocada no interior da propriedade, desde que este elemento de segurança se encontre aplicado a mais de 50º para lá do interior do espaço ou edifício;</li>
<li>a operacionalidade da vedação eléctrica é crucial. Este equipamento de segurança deve estar ligado de forma ininterrupta, apenas possível graças a um elemento essencial de qualquer vedação eléctrica: a bateria de backup. A autonomia desta depende do modelo escolhido pelo proprietário, mas independentemente disso, o mais importante é que permita evitar a desactivação da vedação em caso de falha ou corte de energia;</li>
<li>mesmo estando ligada, por força das circunstâncias, à central de ajuda da empresa que instalou a vedação eléctrica, o proprietário deste equipamento de segurança deve igualmente recorrer a uma central de alarmes, alargando a eficácia deste elemento e garantindo a possibilidade de uma resposta mais imediata em caso de intrusão, algo apenas garantido pelas centrais de alarme;</li>
</ul>
<p><strong>Alerta e perigo das vedações eléctricas</strong><br />
É obrigatória a sinalização de edifícios ou espaços protegidos por vedações eléctricas. Estas advertências não devem ser apenas textuais, mas também visuais, por forma a poderem ser identificados por pessoas analfabetas, sendo igualmente recomendada, porém não obrigatória, a colocação de sinais sonoros para invisuais.</p>
<p>Nos locais de contacto com a via pública, os sinais de aviso devem estar afixados de cinco em cinco metros. Na restante extensão do espaço vedado, sem contacto directo ou limitação imediata com a via pública, a sinalização tem estar disposta, no mínimo, de 10 em 10 metros.</p>
<p>Devido ao perigo eminente que representam as vedações eléctricas, a escolha da empresa a instalá-las deve somente sobre  aquelas que se encontram licenciadas para a instalação destes equipamentos de segurança. Se esse factor for respeitado – o que é altamente aconselhável, para o seu próprio bem – a empresa irá recomendar a ligação a uma central de alarmes. Esta automatização permitirá o aviso simultâneo de tentativa de violação do perímetro às autoridades, assim como um alerta para a empresa que instalou a cerca eléctrica, que irá vigiar e controlar a voltagem e espaço temporal de transmissão dos impulsos eléctricos, prevenindo acidentes graves e despropositados.</p>
<p>Alguns exemplos de vedações eléctricas<br />
<a href="http://fdredes.pt">FD Redes</a></p>
<p><a href="http://www.progate.co.za/electricfences.htm">Pro Gate – Metal Manufacturing </a></p>
<p><a href="http://www.electricfence.co.za/Product_Gallery.htm">The Electric Fence Company </a></p>
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		<title>Instalação de vidros duplos dedutíveis no IRS</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/instalacao-de-vidros-duplos-dedutiveis-no-irs/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 01:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casa]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[vidros duplos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os portugueses que instalarem vidros duplos ou isolarem os telhados das suas casas vão poder deduzir estas obras no IRS. «A proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2010 vem proceder a um alargamento destas deduções aos equipamentos e obras que contribuam para a melhoria das condições de comportamento térmico de edifícios, de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses que instalarem vidros duplos ou isolarem os telhados das suas casas vão poder deduzir estas obras no IRS. «A proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2010 vem proceder a um alargamento destas deduções aos equipamentos e obras que contribuam para a melhoria das condições de comportamento térmico de edifícios, de que serão exemplo a instalação de vidros duplos em habitações ou o isolamento de telhados». </p>
<p>No entanto, para «evitar abusos e garantir que esta despesa fiscal se distribui por número tão amplo de contribuintes quanto possível», estabelece-se a regra de que «o aproveitamento de cada uma das deduções não pode ser feito pelos contribuintes mais que uma vez por cada quatro anos». </p>
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		<title>PLC-Bus &#8211; Super protocolo de domótica</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/plc-bus-super-protocolo-de-domotica/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 21:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Domótica]]></category>
		<category><![CDATA[PLC-Bus]]></category>

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		<description><![CDATA[Super protocolo de domótica O chamado PLC-Bus ou Powerline Comunication Bus é, mais concretamente, um novo protocolo de domótica, que recorre à rede de energia eléctrica, usando-a como a base de suporte para a sua comunicação. No caso deste modelo, a comunicação é levada a cabo de forma encriptada e bidireccional que são, de resto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Super protocolo de domótica</strong></p>
<p>O chamado PLC-Bus ou Powerline Comunication Bus é, mais concretamente, um novo protocolo de domótica, que recorre à rede de energia eléctrica, usando-a como a base de suporte para a sua comunicação. No caso deste modelo, a comunicação é levada a cabo de forma encriptada e bidireccional que são, de resto, as principais mais-valias deste “formulário digital”.</p>
<p>A forma de alimentação do PLC-Bus e as características acima enunciadas são mesmo os pontos que o destacam dos demais protocolos de domótica, habitualmente geridos através de corrente portadora. Graças a esta inovação, o utilizador conseguirá obter uma maior eficácia, mais fiabilidade e, acima de tudo, maior rapidez na transdução de comandos em ordem executadas. A disparidade com outros protocolos pode chegar a significar uma melhoria de mais de 25 por cento em termos de performance.</p>
<p>De acordo com as informações do fabricante, a encriptação do sinal do protocolo permite que sejam usados mais de 64 mil endereços na mesma instalação e evita o envio de dados entre habitações, negado pelo bloqueio da recepção de ordens exteriores à instalação. Já a bidireccionalidade garante uma maior possibilidade da admissão do comando tal como foi enviado, numa taxa elevadíssima de mais de 99.98 por cento.</p>
<p>Além das funcionalidades anteriormente enunciadas, o PLC-Bus vem ainda equipado com uma agradável interface das opções de controlo, que podem ser acedidas em computadores, televisores, smartphones, PDA&#8217;s ou touchscreens. Esta capacidade de visualização multi-plataformas permite avaliar com precisão imediata a totalidade da instalação e verificar o estado e performance da mesma.</p>
<p>O protocolo PLC-Bus poderá ser aplicado tanto em habitações particulares como edifícios empresariais, quando incluídos os micro-módulos concebidos propositadamente para este modelo, que habilitam a funcionalidade da Rádio Frequência, permitindo assim aos utilizadores o controlo do PLC-Bus através de comando. Independentemente do seu uso, mais ou menos amplo, as suas funções instaladas impedem que este interfira com outros protocolos, evitando colisões com ordens exteriores.</p>
<p><strong>O que é um protocolo de domótica?</strong></p>
<p>Em domótica e noutros sistemas, os protocolos são formas de comunicação e linguagem que permitem o contacto dos múltiplos elementos do sistema domótico entre si, tanto sensores como actuadores. O protocolo garante que a ligação entre comando e a sua realização da “casa automática” se faz correctamente. Os protocolos mais utilizados no mundo para este efeito são o X-10, o EIB e o Lonworks, agora acompanhados pelo “irmão” mais novo, este PLC-Bus.</p>
<p>Confira todos os componentes para o PLC-Bus no revendedor português (MKTi)</p>
<p><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html">Centrais</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-equip-testes-filtros-c-21_218_270.html">Equip. Testes e Filtros</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-interfaces-controladores-c-21_218_265.html">Interfaces Controladores</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-interruptores-inox-c-21_218_231.html">Interruptores Inox</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-interruptores-vidro-c-21_218_229.html">Interruptores Vidro</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-m%C3%B3dulos-calha-c-21_218_271.html">Módulos Calha Din</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-m%C3%B3dulos-tomadas-c-21_218_266.html">Módulos Tomadas</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-telecomandos-c-21_218_269.html">Telecomandos</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-centrais-c-21_218_268.html"><br />
</a><a href="http://www.mkti.pt/plcbus-microm%C3%B3dulos-c-21_218_226.html">Micromódulos</a></p>
<p><a href="http://www.habitacaosegura.com/wp-content/uploads/2010/03/PLCBUS-Logo.jpg"><img src="http://www.habitacaosegura.com/wp-content/uploads/2010/03/PLCBUS-Logo-570x205.jpg" alt="PLCBUS Logo 570x205 PLC Bus   Super protocolo de domótica" title="PLCBUS Logo" width="570" height="205" class="alignnone size-large wp-image-123" /></a></p>
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		<title>Protecção sem gastar um tostão</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/proteccao-sem-gastar-um-tostao/</link>
		<comments>http://www.habitacaosegura.com/proteccao-sem-gastar-um-tostao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[fechadura]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sistema segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Afirma o ditado que “depois de casa roubada, trancas à porta”, mas a melhor forma de protecção é mesmo garantindo a segurança da sua família, da sua casa e dos seus bens, diariamente. Por este motivo, é importante elaborar planos próprios que permitam avaliar alterações na ordem da segurança. A chave é criar pequenos mecanismos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afirma o ditado que “depois de casa roubada, trancas à porta”, mas a melhor forma de protecção é mesmo garantindo a segurança da sua família, da sua casa e dos seus bens, diariamente. Por este motivo, é importante elaborar planos próprios que permitam avaliar alterações na ordem da segurança. A chave é criar pequenos mecanismos de defesa, baseados em parâmetros muito simples, que fazem uma grande diferença para o objectivo principal: a segurança.</p>
<p>Os alarmes nas habitações são um importante elemento de segurança, especialmente a nível de furtos. No entanto, apesar do desconhecimento de muitas pessoas, há diversos outros mecanismos que podem desempenhar uma função crucial na protecção. Entre estes incluem-se tanto “meros” mecanismos como as suas tarefas diárias e rotineiras, fáceis de avaliar e levar a cabo, como outras de incorporação simples no dia-a-dia. Todas elas com algo mais em comum além destes distintivos anteriores agora enunciados: são gratuitas, uma grande vantagem para a sua carteira e uma mais-valia que não é de ignorar.</p>
<p><strong>Trancas à porta</strong><br />
A sabedoria popular é assertiva em parte daquilo que diz e a segunda parte deste ditado faz jus a essa sua característica certeira. É uma acção a ter em conta, não depois do furto, mas desde sempre. É essencial verificar se portas, janelas e outros elementos de entrada/saída de sua casa estão correctamente fechados, se existem molas com problemas ou outros componentes degradados em locais de acesso à sua habitação.</p>
<p>Não obstante, nunca se esqueça das chaves, que não devem estar perto da entrada, mas em divisões mais interiores da casa, como a cozinha. De preferência, guardadas numa gaveta ou qualquer outro objecto fechado. Pode parecer algo banal, porém, o mais ínfimo deslize pode dar azo ao que se pretende evitar. E lembre-se, “a ocasião faz o ladrão”.</p>
<p><strong>Objectos valiosos: ocultos</strong><br />
Esta é uma das regras de essenciais e aquela que não se pode ignorar. Bens considerados como valiosos para si, tanto a nível sentimental como material, devem estar longe de olhares directos. Quer isto dizer que têm de permanecer fora do campo visual do “público”, daqueles em quem não se tem confiança.</p>
<p>Se, por acaso, a sua casa é rés do chão ou primeiro andar, com janelas muito pouco discretas para o seu interior, é de evitar ter cortinados por correr ou janelas abertas, mesmo com alguém por perto. Isto pode significar uma via aberta para que os possíveis larápios vislumbrarem da melhor forma o seu LCD, o seu computador ou o seu telemóvel. Estes são “alvos” fáceis e encabeçam a lista de artigos mais furtados e apetecíveis para quem os compra no “mercado negro”.</p>
<p><strong>Documentos em local discreto</strong><br />
Hoje em dia há um sem número de informações que se podem retirar da internet, mas mais importante do que o que está acessível a quem procura, é aquilo que está “à mão de semear”: moradas, nomes, números de telefone, dados bancários&#8230; Tudo isto em facturas na gaveta da mesa do seu hall de entrada. Tudo isto bem perto para quem pretender saber mais sobre si, para fins menos nobres.</p>
<p>Talvez agora se aperceba que não é totalmente absurdo destruir as suas facturas e comprovativos de pagamento das mesmas. Estes simples elementos podem ser utilizados em esquemas efectuados com os seus dados e sob a sua identidade, que poderá ficar inevitavelmente associada a uma fraude que não cometeu.</p>
<p>Se a ideia de rasgar os documentos não lhe agrada, por deixar vestígios, faça algo mais definitivo: queime-os. No entanto, tenha algo ciente: tudo o que é relativo a pagamentos e elementos contabilísticos deve ser mantido por um período de, pelo menos, cinco anos. Esta janela temporal estava anteriormente fixada nos três anos, mas recentemente foi alargada a 10 (período recomendado). </p>
<p>No caso de serviços do Estado e Telecomunicações é mesmo aconselhável permanecer com eles em sua posse durante uma década.</p>
<p>Enumeradas as razões, a melhor opção é manter os documentos, por sua mão, num local adequado e discreto. Recomenda que estejam devidamente arquivados, longe de olhares indiscretos. Podem até parecer-lhe desnecessários a certo ponto, mas a verdade é que podem vir a ser-lhe muito úteis.</p>
<p><strong>A certeza da rotina</strong><br />
O procedimento de seguir sempre os mesmos passos em determinada ocasião pode ser visto como algo superficial, todavia qualquer pessoa encontra nesta rotina uma segurança. Experimenta-a, mas não sabe de onde provém por ter origem neste “movimento” tão comum e insuspeito. É muito natural não se ter consciência de que parte (ou a totalidade) da sua segurança deriva de actos rotineiras, mas o ponto assente é que a sua origem é essa.</p>
<p>Há determinadas acções que não podem ser alteradas, como a saída para o emprego ou levar os filhos ou familiares aos seus compromissos diários. No entanto, também há aquelas ocasiões que podem ser realizadas por uma ordem mais aleatória, como a deslocação ao hipermercado, ao ginásio ou a saída de domingo à tarde. São estas acções que podemos alterar e tornar menos rotineiras, pelo menos no carácter horário. Sempre que puder modificá-las, faça-o.</p>
<p><strong>Desconfie dos uniformes</strong><br />
É um dado adquirido: o ser humano tem o hábito de atribuir imediata confiança a pessoas de uniformes. E por uniforme não se entende apenas a de electricista ou funcionário dos correios (informais), mas também os pertencentes ao chamado “colarinho branco” (formais): venda porta-à-porta de serviços e outros semelhantes. Geralmente estas pessoas têm boa apresentação e utilizam uma linguagem clara, simples, mas não simplista, características muitas vezes utilizadas e reproduzidas por vigaristas que procuram ludibriar o máximo de vítimas possível, tirando partido desta aceitação prévia que a “pele” que vestem e encarnam temporariamente lhes confere.</p>
<p>Actualmente são cada vez mais as pessoas que recebem visitas deste género. Se decidir abrir a sua porta, a primeira regra é pedir a identificação, que também ela pode ser falsa. Por isso, é extremamente aconselhável agir com precaução. É certo que grande parte das pessoas que lhe batem à porta representam entidades verdadeiramente credíveis e podem ter boas intenções ou propósitos legítimos. Porém, tenha sempre em mente que “as aparências iludem” e faça uso prático da redundância da seguinte expressão: confie, depois de desconfiar.</p>
<p><strong>Mais vale prevenir do que remediar</strong><br />
Os conselhos apresentados não são uma linha única a seguir, mas podem ser considerados bons princípios para o seu próprio manual de segurança. Comece por experimentar algumas destas recomendações e analise se o ajudaram a sentir mais seguro. Quanto aos efeitos práticos, espera-se que não tenham de se fazer notar. E não se esqueça que “mais vale prevenir do que remediar”.</p>
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