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	<title>Habitação Segura &#187; Dicas Segurança</title>
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	<description>informação para melhorar a segurança da sua casa a vários níveis</description>
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		<title>Casa mais segura nas férias</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 00:47:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É importante ir de férias descansado. Fechar portas e janelas, desligar a electricidade, a água e o gás, indicar a sua deslocação as autoridades. Estes são algumas das iniciativas que pode tomar antes de partir de férias e que podem impedir alguns dissabores no regresso. 1. Vigilância pela PSP: Entre 1 Julho e 15 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É importante ir de férias descansado. Fechar portas e janelas, desligar a electricidade, a água e o gás, indicar a sua deslocação as autoridades. Estes são algumas das iniciativas que pode tomar antes de partir de férias e que podem impedir alguns dissabores no regresso.</p>
<p><strong>1. Vigilância pela PSP:</strong> Entre 1 Julho e 15 de Setembro, a Polícia de Segurança Pública (PSP) disponibiliza-se para efectuar diversas passagens pela sua casa no percurso das patrulhas. Os agentes verificam o aspecto exterior do domicílio e, caso detectem algo de anómalo, alertam de imediato o proprietário da habitação. Para solicitar este serviço basta dirigir-se à esquadra mais próxima da sua habitação até 48 horas antes de partir.</p>
<p><strong>2. Sistema de alarme:</strong> A segurança da sua casa também pode ser reforçada com a instalação de um sistema de alarme. No mercado existem diversas soluções. Por exemplo, a aquisição de um kit básico tem um custo mensal de 21 e 26 euros, na Prosegur e na Securitas, respectivamente.</p>
<p><strong>3. Objectos valiosos em segurança:</strong> Mesmo que o seu seguro multiriscos abranja o recheio, durante a sua ausência deve manter em segurança objectos valiosos como jóias, obras de arte ou colecções. O ideal é ser no cofre de um banco. Catalogue também os objectos de valor, anote os seus números de série e tire fotografias.</p>
<p><strong>4. Fechar portas e janelas:</strong> É o conselho mais básico para manter a sua casa em segurança durante as férias. Antes de sair verifique se deixou todas as portas e janelas bem fechadas e não se esqueça de que uma porta com uma estrutura forte, de preferência blindada e com fechaduras de segurança pode ajudá-lo a precaver-se da entrada de &#8220;visitas indesejadas&#8221;.</p>
<p><strong>5. Ajuda dos vizinhos:</strong> A solidariedade entre vizinhos pode ajudar a inibir potenciais assaltantes. Se tiver familiaridade com algum vizinho peça a sua ajuda para dar uma aparência de actividade à sua residência através de tarefas simples como a recolha de correspondência, a abertura regular das persianas ou cortinas durante o dia e a iluminação do interior em algumas noites. Pode ainda colocar um temporizador em algum candeeiro para que este se ligue sozinho à noite, dando a impressão de que a casa está ocupada.</p>
<p><strong>6. Nada de publicidade:</strong> Evite comentar em público ou com desconhecidos os seus planos de férias, nem as datas em que prevê estar ausente. Essa informação deverá ser comunicada apenas a familiares, pessoas de confiança ou no máximo aos seus vizinhos.</p>
<p><strong>7. Equipamentos em ‘off&#8217;:</strong> Muitos dos problemas que acontecem em casa durante as férias resultam de fugas de água ou torneiras mal fechadas. Por isso, antes de partir certifique-se de que as deixa todas bem fechadas ou opte por desligar a torneira geral. Faça o mesmo com o gás e a electricidade. Desligue todos os aparelhos eléctricos da ficha ou os disjuntores no quadro (excepto o frigorífico), para prevenir curto-circuitos.</p>
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		<title>Segurança nas caldeiras a gás</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 01:48:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Embora não seja muito utilizado em Portugal, o aquecimento dos lares a gás é cada vez mais uma realidade nacional, sobretudo depois da inclusão e subsequente massificação dos sistemas deste género de combustível com a chegada do gás natural. O alargamento deste aos lares em território nacional, a um preço mais convidativo do que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora não seja muito utilizado em Portugal, o aquecimento dos lares a gás é cada vez mais uma realidade nacional, sobretudo depois da inclusão e subsequente massificação dos sistemas deste género de combustível com a chegada do gás natural. O alargamento deste aos lares em território nacional, a um preço mais convidativo do que a electricidade e o gás comum, levou a que muitos começassem a optar por esta alternativa, considerada como a mais viável para este tipo de utilização.</p>
<p>Como em qualquer líquido nocivo para o ser humano em doses limite, também o gás apresenta algumas particularidades e perigos, que se devem prevenir. Por isso, seguem-se algumas dicas de como manter a segurança das pessoas lá de casa em caso de uma emergência com as caldeiras a gás.</p>
<p><strong>Cuidados em caso de fuga</strong><br />
- Evitar o contacto directo ou indirecto com os olhos, mãos e pele;<br />
- Evitar inalação de fumo, protegendo-se com um pano de alguma densidade;<br />
- Ter em atenção o chão que pode ter líquido derramado e, por isso, provocar quedas;<br />
- Criar barreiras de protecção para evitar que o gás entre em contacto com outros espaços;<br />
- Prevenir contacto dos líquidos com o solo, águas superficiais ou subterrâneas;<br />
- Limpar os locais de derrame com um material absorvente.</p>
<p><strong>Primeiros socorros após uma fuga</strong><br />
- Em caso de inalação, apenas os profissionais médicos podem intervir e nada deve ser feito por pessoas que não estejam preparadas para estas situações, pois uma acção incorrecta pode despoletar uma reacção ainda mais adversa;<br />
- Em caso de contacto com os olhos, lavá-los bem com bastante água durante vários minutos e visitar o quanto antes um médico para que seja feito um diagnóstico profissional;<br />
- Em caso de ingestão deve-se lavar muito bem a boca com água e dirigir-se de imediato para uma unidade de cuidados médicos, onde serão efectuados os procedimentos necessários e mais adequados.</p>
<p><strong>Cuidados com a exposição prolongada</strong><br />
- Usar protecção para as vias respiratórias, preferencialmente com máscaras concebidas para esse fim;<br />
- Protecção das mãos com luvas de borracha anti-queimaduras/anti-fogo;<br />
- Proteger os olhos com óculos de segurança herméticos e equipados com protecções laterais;<br />
- Usar protecção para a pele, constituída por um vestuário apropriado, de magas longas e corpo completo, imunes à penetração do fumo e fogo, prevenindo queimaduras e inalação de dióxido de carbono.</p>
<p><strong>O que pode acontecer na sequência de fugas?</strong><br />
- Incêndios quando o tempo de exposição é prolongada ou o gás entra em contacto com substâncias que se inflamem;<br />
- Libertação de dióxido de carbono, uma substância letal para o ser humano em determinadas quantidades;<br />
- Contaminação de espaços circundantes àqueles onde ocorreu a fuga, nomeadamente com a infiltração nos solos e cursos de água;</p>
<p>Referidos os principais cuidados a ter com estes dispositivos, cabe agora a cada um respeitar as normas de segurança do uso das caldeiras a gás e evitar acidentes ou prevenir consequências maiores. Leve em consideração as dicas acima enunciadas e cuide da sua segurança e da dos seus.</p>
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		<title>Condomínio em Segurança contra o risco de incêndio</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 00:36:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
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		<description><![CDATA[A lei obriga a que cada condómino contrate um seguro contra o risco de incêndio para a sua fracção. Os incêndios em edifícios de habitação são normalmente provocados por falta de cuidado, podendo na maior parte das vezes ser evitados. As causas mais vulgares são o cozinhar, o fumar, a instalação e os aparelhos eléctricos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei obriga a que cada condómino contrate um seguro contra o risco de incêndio para a sua fracção.<br />
Os incêndios em edifícios de habitação são normalmente provocados por falta de cuidado, podendo na maior parte das vezes ser evitados. As causas mais vulgares são o cozinhar, o fumar, a instalação e os aparelhos eléctricos, algumas brincadeiras de crianças e a falta de cuidado com as lareiras e braseiras.</p>
<p>Nunca é demais lembrar medidas que podem ser tomadas nos edifícios de habitação com vista a limitar o risco de incêndio, facilitar a evacuação dos ocupantes e favorecer a intervenção dos bombeiros. Até porque, como bem diz o velho ditado popular, &#8220;Mais vale prevenir que remediar&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, uma das medidas de prevenção mais eficazes passa pela colocação de extintores, de acordo com o estipulado na lei; e o cuidado de não armazenar materiais que envolvam sério risco de incêndio. Os edifícios de altura superior a 28 metros e inferior a 60 metros de altura devem dispor de um extintor de incêndio portátil, do tipo 8A, localizado em cada piso. Edifícios desta altura devem também ser protegidos por uma instalação de pára-raios.</p>
<p>Além dos meios que a lei prevê na prevenção ao risco de incêndio, cabe também à assembleia de condóminos deliberar as medidas de segurança que lhes pareçam adequadas podendo, por exemplo, optar pela colocação de extintores, detectores de incêndio e de gás, independentemente da altura do edifício.</p>
<p>É igualmente importante manter as chaminés e os aparelhos de extracção de fumo em perfeitas condições de utilização, procedendo à sua limpeza regular para evitar a acumulação de gordura &#8211; um verdadeiro rastilho para o perigo de incêndio.</p>
<p>As medidas de prevenção são simples, a iniciativa é sua!</p>
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		<title>Faça um diagnóstico de segurança de sua casa gratuitamente</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/faca-um-diagnostico-de-seguranca-de-sua-casa-gratuitamente/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 23:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa altura em que se espera pela divulgação dos dados relativos aos assaltos a habitações em 2009, que devem ser divulgados até final deste primeiro trimestre do ano, é a altura certa para recordar os números de 2008, para efectuar as devidas comparações e tirar as correspondentes elações. De acordo com as autoridades portuguesas, mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que se espera pela divulgação dos dados relativos aos assaltos a habitações em 2009, que devem ser divulgados até final deste primeiro trimestre do ano, é a altura certa para recordar os números de 2008, para efectuar as devidas comparações e tirar as correspondentes elações.</p>
<p>De acordo com as autoridades portuguesas, mais de 30 mil casas foram roubadas no decorrer desse ano, o que representa uma média de três casa por hora, num país com cerca de 11 milhões de habitantes e um número indeterminado de habitações, quer desocupadas, quer habitadas. Por isso, e porque nos tempos que correm é urgente tomar as precauções necessárias para evitar que a sua casa seja a próxima a “receber” a visita dos amigos do alheio, faça o quanto antes um diagnóstico de segurança à sua casa.</p>
<p>Lembre-se, não será uma perda de tempo, bem pelo contrário, permitir-lhe-á ganhar tempo aos larápios e passar-lhes à frente naquilo que eles tentam violar: a segurança da sua habitação.</p>
<p><strong>Análise de segurança gratuita</strong><br />
Uma das formas de avaliar o estado de segurança, ou insegurança da sua casa, é recorrer a simples ferramentas que as empresas facultam nos seus websites. Um desses exemplos é a última aposta da Prosegur, que tem disponível na sua página, um novo teste que permite a qualquer pessoa realizar uma análise de segurança grátis à sua casa.</p>
<p>Desenvolvido para a Prosegur Activa, o diagnóstico de segurança da sua habitação pode ser feito em passos bastante rápidos e de forma muito acessível. Para correr o teste, basta preencher os campos personalizados que dizem respeito ao seu concelho e tipo de habitação a que pretende efectuar a análise gratuita de segurança. Neste critério, poderá optar pelas várias alternativas apresentadas: apartamento, vivenda, casa de campo isolada, estabelecimento comercial ou empresa. Para concluir o diagnóstico de segurança gratuito à sua casa, basta posteriormente indicar o elemento de segurança de que já dispõe, entre as opções de porta blindada, grades nas janelas, porteiro ou luzes de detecção. Finalmente, clique em “medir já” e saiba o estado de segurança da sua habitação. Em pouco mais de dois minutos ficará a saber, de forma totalmente gratuita, o estado de segurança da sua casa. </p>
<p><strong>O mais adequado para a sua casa</strong><br />
A melhor forma de proteger uma habitação passaria pela junção do conjunto de elementos disponíveis para garantir a segurança desta e de todos aqueles que nela habitam. No entanto, nem sempre isso é possível e, na maioria dos casos em Portugal, é uma alternativa que está totalmente fora de questão. Para isso, é necessário uma boa parte de um orçamento disponível ou, o que será mais adequado, escolher a melhor empresa: a que oferece o melhor e mais acessível orçamento, numa avaliação global preço/qualidade.</p>
<p>De forma a melhorar a protecção da sua casa, deixamos em seguida alguns conselhos relativamente a cinco elementos cruciais de segurança, que explicamos sucintamente e sobre os quais apresentamos algumas vantagens e/ou desvantagens.</p>
<ul>
<li><strong>Câmara de vigilância</strong>. São uma grande mais-valia, mas geralmente fazem jus ao ditado “casa roubada, trancas à porta”. Ou seja, serve para captar e gravar os movimentos dos ladrões, sem que possuam a capacidade de proibir que estes assaltem a sua casa, a menos que alguém incumbido da responsabilidade de vigiar as imagens, alerte as autoridades. A outra opção é um porteiro ou câmaras de vigilância inteligentes, estas últimas ainda demasiado caras para a carteira da maioria dos portugueses.</li>
<li><strong>Grades nas janelas</strong>. Este é um dispositivo de segurança que terá de ser necessariamente combinado com outros. Caso opte por este elemento, o ideal é fazê-lo acompanhar por uma boa porta blindada. Em conjunto, a expressão “trancas à porta” ganha novo significado e torna bastante difícil a penetração dos larápios em sua casa, sem a sua autorização. Aqui, o combinado é a chave do sucesso.</li>
<li><strong>Luzes de detecção</strong>. São o mais usado dos elementos de segurança. Porém, é igualmente o mais ineficaz, mas tem uma grande vantagem, é o mais barato. São estas as características que levam à sua predilecção por parte das pessoas, que devem, no entanto, ter em atenção que este simples dispositivo é inútil se não estiver a ser complementado por outro elemento de segurança.</li>
<li><strong>Porteiro</strong>. É o elemento humanos é sempre importante, mas por si só acaba por ser ineficaz, por mais profissional que seja ou procure ser. Por esse motivo, é indispensável que possa contar, pelo menos, com a ajuda das câmaras de vigilância e/ou luzes de detecção, que são baratas e complementam bastante bem o “kit básico de segurança”;</li>
<li><strong>Porta blindada</strong>. O ideal era as portas para o exterior serem blindadas e com diversos dispositivos de fecho, bem como uma trave sólida a rodear todos os limites da porta. Mesmo com esta segurança, não é de ignorar a colocação de dobradiças de qualidade, fechaduras e trancas resistentes, bem como outros mecanismos deste género.</li>
</ul>
<p>Faça já um diagnóstico de segurança:<br />
<!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Prosegur --><br />
<script type="text/javascript" src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?taff=S425115154A9124"></script><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
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		<title>O que fazer em caso de sismo?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É certo que nenhum local está livre de poder ser alvo de um sismo e, mais do que nunca, agora que alguns países foram vítimas destes fenómenos naturais, é importante relembrar alguns dos cuidados a ter em caso de emergência e que preparação deve ser efectuada para prevenir aquilo que é possível evitar. Listamos agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que nenhum local está livre de poder ser alvo de um sismo e, mais do que nunca, agora que alguns países foram vítimas destes fenómenos naturais, é importante relembrar alguns dos cuidados a ter em caso de emergência e que preparação deve ser efectuada para prevenir aquilo que é possível evitar.</p>
<p>Listamos agora alguns conselhos a ter nas três fases de acontecimento de um sismo. Estes são apenas alguns cuidados recomendados, dos quais se destacam a prevenção anterior ao tremor de terra e acções a seguir durante o decurso de um sismo. São sugestões que não podem ser ignoradas e são deveras úteis perante uma situação de terramoto.</p>
<p><strong>Antes do sismo</strong></p>
<ul>
<li>Tenha um estojo de emergência em local de fácil acesso e de que todos tenham conhecimento. Este deve conter um rádio a pilhas, com vários conjuntos destas. No seu interior devem estar ainda elementos de primeiros socorros e medicamentos que possam ser necessários;</li>
<li>Armazene água e alimentos não perecíveis, como enlatados e águas engarrafada, num espaço de fácil acesso. Podem ser muito úteis caso fique preso durante alguns dias;</li>
<li>Crie um plano de emergência, que deve ser conhecido por todos os elementos da família. Cada um deve saber o que fazer;</li>
<li>Electricidade, gás e luz devem ser desligados de imediato. Qualquer pessoas tem de saber fazê-lo, incluindo os elementos mais pequenos da família;</li>
<li>Crianças, idosos e pessoas de capacidades reduzidas devem estar familiarizadas com o plano de emergência. Faça simulacros com toda a família. Ajuda a criar rotinas, simplificando o que fazer em caso de emergência e interiorizando os procedimentos a seguir, o que ajuda a afastar o pânico;</li>
<li>Quadros, candeeiros, móveis, armários e outros elementos têm de estar bem fixados à parede. Objectos pesados no chão e camas ou sofás longe de vidros e janelas;</li>
</ul>
<p><strong>Durante o sismo</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha-se no centro das divisões e guarde distância de chaminés, espelhos, janelas ou objectos que possam cair. Coloque-se nos cantos das divisões ou debaixo de traves mestras, vãos de portas ou móveis fortes como camas e secretárias robustas;</li>
<li>Durante o tremor de terra, ajoelhe-se para proteger a cabeça e os olhos. Não se desloque por corredores e muito menos pelas escadas ou elevador;</li>
<li>Se estiver perto de combustíveis, líquidos perigosos, tóxicos ou substâncias químicas, esteja atento a derrames. Se detectar algum, após o sismo, procure limpá-lo. Caso este seja de grandes dimensões, procure alertar as autoridades após o tremor de terra e mantenha-se longe do local do incidente;</li>
<li>Caso esteja num local com máquinas, tente afastar-se o máximo possível destas, deslocando-se para os locais seguros (ver primeiro ponto desta parte);</li>
<li>Se estiver a conduzir, pare o carro logo que possível e mantenha-se no seu interior. Não permanece em cima de pontes ou perto de edifícios e estruturas. Procure uma zona vasta, mas livre. Não fique perto de zonas marítimas, pela possibilidade de ocorrência de tsunami e outros fenómenos de maré alta;</li>
</ul>
<p><strong>Depois do sismo</strong></p>
<ul>
<li>Se ficar preso e não conseguir soltar-se sozinho, tente chegar a um objecto e bata com este em outro, procurando comunicar com exterior, sinalizando sonoramente que está encurralado;</li>
<li>Catalisadores, como fósforos ou isqueiros, não podem ser activados. Pode haver fugas e levar a explosões;</li>
<li>Se abrir armários ou portas, tenha cautela. O sismo pode ter provocado a queda de objectos, que podem estar presos e acabarão por precipitar-se na sua direcção com a abertura destes elementos;</li>
<li>Depois de ter ocorrido o tremor de terra, veja qual o estado do edifício em que se encontra. Podem ter lugar réplicas do sismo, por isso, procure um local amplo para onde se deve dirigir. No caminho, esteja atento a possíveis feridos que possam estar em dificuldades. Se esse for o caso, utilize o telefone e solicite ajuda das autoridades;</li>
<li>Se a casa tiver sofrido danos, saia para a rua, mas pelas escadas. Antes disso, calce umas botas ou sapatos resistentes para prevenir lesões com objectos que se encontrem dispostos no chão. Não utilize o elevador e tenha atenção a todo o tipo de objectos que possam estar dispostos pelo solo, especialmente vidros e cabos eléctricos caídos;</li>
<li>Ao sair de casa, não utilize o elevador. Antes de pisar os degraus de escadas, avalie se estes aguentam com o seu peso;</li>
<li>Ao encontrar-se fora de casa, mantenha uma distância segura de postes eléctricos, edifícios, muros, árvores e outros elementos que possam cair. Procure um local amplo e aberto e não circule pelas estradas, que devem estar desimpedidas para viaturas de socorro;</li>
<li>Se tiver havido derrame de substâncias inflamáveis ou tóxicas, proceda à limpeza do local onde estas se encontram com a maior brevidade possível;</li>
<li>Não beba água da companhia. Esta pode estar contaminada. Opte por água engarrafada ou refrigerantes, que podem prevenir situações de possível contágio;</li>
<li>Tenha um rádio ligado e fique atento às informações que vão sendo difundidas. Colabore com as autoridades. Ouça as informações que vão sendo difundidas pela rádio, evite utilizar o telefone, para manter as linhas desocupadas. Não vaguei pelas ruas, deixando as vias abertas para a circulação de veículos de emergência;</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Vedação eléctrica: a protecção derradeira</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/vedacao-electrica-a-proteccao-derradeira/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 01:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[vedação]]></category>

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		<description><![CDATA[O sentimento de insegurança está cada vez mais presente entre a sociedade e já não é invulgar que nem na nossa própria casa estejamos protegidos. Por este motivo, os sistemas de segurança estão cada vez mais na ordem do dia e crescentemente são tidos como um elemento crucial de uma casa. Deixaram de ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento de insegurança está cada vez mais presente entre a sociedade e já não é invulgar que nem na nossa própria casa estejamos protegidos. Por este motivo, os sistemas de segurança estão cada vez mais na ordem do dia e crescentemente são tidos como um elemento crucial de uma casa. Deixaram de ser um extra e passaram a constituir-se como uma parte indispensável, que não pode ser deixada de lado na aquisição de habitação.</p>
<p>De entre as inúmeras opções de segurança, as câmaras de vigilância são o elemento mais utilizado. No entanto, estudos de mercado recentes demonstram que houve uma subida na procura de vedações eléctricas para uso doméstico, especialmente nos últimos cinco anos. Face a este novo dado, é importante dar a conhecer algumas informações relativas a este módulo de segurança, que tem tanto de vantajoso como de perigoso, sobretudo quando aplicado à margem da lei.</p>
<p><strong>Função da vedação eléctrica</strong><br />
A instalação deste elemento tem por objectivo dissuadir a intrusão indevida no edifício que este protege. Não serve como forma de violentar ou punir fisicamente possíveis invasores, mas para lhes incutir a consciência dos perigos que correm se tentarem ultrapassar este sistema de segurança.</p>
<p>O principal intuito da vedação eléctrica é muitas vezes ignorado por quem recorre a este equipamento que exige uma elevada responsabilidade por parte do seu requerente. Apesar de não oficialmente confirmado, mas recolhido em relatórios preliminares referidos por algumas empresas de segurança, a verdadeira razão que leva a maioria das pessoas a instalar a vedação eléctrica é a suposta violência que esta pode imprimir, mas que na verdade não passa da sua essencial forma de dissuasão, a real função das vedações eléctricas.</p>
<p><strong>Instalação correcta e legal</strong><br />
A colocação e activação das vedações eléctricas só deve ser realizada por uma empresa devidamente acreditada e licenciada para o efeito pela Protecção Civil e Estado português. Antes de solicitar qualquer visita de companhias que forneçam este tipo de elemento de segurança, verifique se estas constam da lista de empresas aprovadas para a instalação de vedações eléctricas em território nacional.</p>
<p>O incumprimento das regras de segurança exigidas pela legislação portuguesa acarreta pesadas sanções a nível judicial e criminal, pelo que o proprietário do espaço ou edifício que receba a vedação eléctrica deve certificar-se que a empresa contratada se regula pelas normas exigidas para estes casos.</p>
<p><img src="http://www.habitacaosegura.com/wp-content/uploads/2010/03/vedação-eléctrica-4-570x427.jpg" alt="vedação eléctrica 4 570x427 Vedação eléctrica: a protecção derradeira" title="vedação eléctrica" width="570" height="427" class="alignnone size-large wp-image-136" /></p>
<p><strong>Deve ter em conta:</strong></p>
<ul>
<li>o tamanho da vedação eléctrica tem de ser de, pelo menos, dois metros de altura. O tamanho ideal é de 2.50 metros, tendo nos 3.5/4 metros a altura máxima recomendada;</li>
<li>não deve haver vegetação num raio de três metros, a partir do local onde vedação eléctrica faz contacto com o solo. Todo o tipo de objectos exteriores à vedação devem ser mantidos à mesma distância;</li>
<li>combustíveis e material inflamável têm de estar a mais de cinco metros de distância da vedação eléctrica e devem estar colocados num local onde exista um extintor;</li>
<li>a potência máxima recomendada para as vedações eléctricas é de 10.000V, com uma descarga de energia inferior a 10 milésimas de segundo e um intervalo de, pelo menos, 1.5 segundos entre descargas eléctricas;</li>
<li>a manutenção da vedação eléctrica tem de ser efectuada com regularidade, a cada 12 meses. Esta acção deve ser levada a cabo por profissionais devidamente credenciados para o efeito, que devem fornecer ao proprietário da vedação eléctrica, todos os documentos que atestem o estado corrente deste equipamento. Estes poderão ser necessários para apresentação às devidas autoridades, em caso de vistoria-alvo ou aleatória;</li>
<li>a instalação da vedação eléctrica só pode ser realizada com o consentimento dos vizinhos que partilham espaços de contacto com o limite territorial imediato do espaço vedado. Esta permissão deixa de ser necessária caso a vedação esteja colocada no interior da propriedade, desde que este elemento de segurança se encontre aplicado a mais de 50º para lá do interior do espaço ou edifício;</li>
<li>a operacionalidade da vedação eléctrica é crucial. Este equipamento de segurança deve estar ligado de forma ininterrupta, apenas possível graças a um elemento essencial de qualquer vedação eléctrica: a bateria de backup. A autonomia desta depende do modelo escolhido pelo proprietário, mas independentemente disso, o mais importante é que permita evitar a desactivação da vedação em caso de falha ou corte de energia;</li>
<li>mesmo estando ligada, por força das circunstâncias, à central de ajuda da empresa que instalou a vedação eléctrica, o proprietário deste equipamento de segurança deve igualmente recorrer a uma central de alarmes, alargando a eficácia deste elemento e garantindo a possibilidade de uma resposta mais imediata em caso de intrusão, algo apenas garantido pelas centrais de alarme;</li>
</ul>
<p><strong>Alerta e perigo das vedações eléctricas</strong><br />
É obrigatória a sinalização de edifícios ou espaços protegidos por vedações eléctricas. Estas advertências não devem ser apenas textuais, mas também visuais, por forma a poderem ser identificados por pessoas analfabetas, sendo igualmente recomendada, porém não obrigatória, a colocação de sinais sonoros para invisuais.</p>
<p>Nos locais de contacto com a via pública, os sinais de aviso devem estar afixados de cinco em cinco metros. Na restante extensão do espaço vedado, sem contacto directo ou limitação imediata com a via pública, a sinalização tem estar disposta, no mínimo, de 10 em 10 metros.</p>
<p>Devido ao perigo eminente que representam as vedações eléctricas, a escolha da empresa a instalá-las deve somente sobre  aquelas que se encontram licenciadas para a instalação destes equipamentos de segurança. Se esse factor for respeitado – o que é altamente aconselhável, para o seu próprio bem – a empresa irá recomendar a ligação a uma central de alarmes. Esta automatização permitirá o aviso simultâneo de tentativa de violação do perímetro às autoridades, assim como um alerta para a empresa que instalou a cerca eléctrica, que irá vigiar e controlar a voltagem e espaço temporal de transmissão dos impulsos eléctricos, prevenindo acidentes graves e despropositados.</p>
<p>Alguns exemplos de vedações eléctricas<br />
<a href="http://fdredes.pt">FD Redes</a></p>
<p><a href="http://www.progate.co.za/electricfences.htm">Pro Gate – Metal Manufacturing </a></p>
<p><a href="http://www.electricfence.co.za/Product_Gallery.htm">The Electric Fence Company </a></p>
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		<title>Protecção sem gastar um tostão</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[fechadura]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sistema segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Afirma o ditado que “depois de casa roubada, trancas à porta”, mas a melhor forma de protecção é mesmo garantindo a segurança da sua família, da sua casa e dos seus bens, diariamente. Por este motivo, é importante elaborar planos próprios que permitam avaliar alterações na ordem da segurança. A chave é criar pequenos mecanismos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Afirma o ditado que “depois de casa roubada, trancas à porta”, mas a melhor forma de protecção é mesmo garantindo a segurança da sua família, da sua casa e dos seus bens, diariamente. Por este motivo, é importante elaborar planos próprios que permitam avaliar alterações na ordem da segurança. A chave é criar pequenos mecanismos de defesa, baseados em parâmetros muito simples, que fazem uma grande diferença para o objectivo principal: a segurança.</p>
<p>Os alarmes nas habitações são um importante elemento de segurança, especialmente a nível de furtos. No entanto, apesar do desconhecimento de muitas pessoas, há diversos outros mecanismos que podem desempenhar uma função crucial na protecção. Entre estes incluem-se tanto “meros” mecanismos como as suas tarefas diárias e rotineiras, fáceis de avaliar e levar a cabo, como outras de incorporação simples no dia-a-dia. Todas elas com algo mais em comum além destes distintivos anteriores agora enunciados: são gratuitas, uma grande vantagem para a sua carteira e uma mais-valia que não é de ignorar.</p>
<p><strong>Trancas à porta</strong><br />
A sabedoria popular é assertiva em parte daquilo que diz e a segunda parte deste ditado faz jus a essa sua característica certeira. É uma acção a ter em conta, não depois do furto, mas desde sempre. É essencial verificar se portas, janelas e outros elementos de entrada/saída de sua casa estão correctamente fechados, se existem molas com problemas ou outros componentes degradados em locais de acesso à sua habitação.</p>
<p>Não obstante, nunca se esqueça das chaves, que não devem estar perto da entrada, mas em divisões mais interiores da casa, como a cozinha. De preferência, guardadas numa gaveta ou qualquer outro objecto fechado. Pode parecer algo banal, porém, o mais ínfimo deslize pode dar azo ao que se pretende evitar. E lembre-se, “a ocasião faz o ladrão”.</p>
<p><strong>Objectos valiosos: ocultos</strong><br />
Esta é uma das regras de essenciais e aquela que não se pode ignorar. Bens considerados como valiosos para si, tanto a nível sentimental como material, devem estar longe de olhares directos. Quer isto dizer que têm de permanecer fora do campo visual do “público”, daqueles em quem não se tem confiança.</p>
<p>Se, por acaso, a sua casa é rés do chão ou primeiro andar, com janelas muito pouco discretas para o seu interior, é de evitar ter cortinados por correr ou janelas abertas, mesmo com alguém por perto. Isto pode significar uma via aberta para que os possíveis larápios vislumbrarem da melhor forma o seu LCD, o seu computador ou o seu telemóvel. Estes são “alvos” fáceis e encabeçam a lista de artigos mais furtados e apetecíveis para quem os compra no “mercado negro”.</p>
<p><strong>Documentos em local discreto</strong><br />
Hoje em dia há um sem número de informações que se podem retirar da internet, mas mais importante do que o que está acessível a quem procura, é aquilo que está “à mão de semear”: moradas, nomes, números de telefone, dados bancários&#8230; Tudo isto em facturas na gaveta da mesa do seu hall de entrada. Tudo isto bem perto para quem pretender saber mais sobre si, para fins menos nobres.</p>
<p>Talvez agora se aperceba que não é totalmente absurdo destruir as suas facturas e comprovativos de pagamento das mesmas. Estes simples elementos podem ser utilizados em esquemas efectuados com os seus dados e sob a sua identidade, que poderá ficar inevitavelmente associada a uma fraude que não cometeu.</p>
<p>Se a ideia de rasgar os documentos não lhe agrada, por deixar vestígios, faça algo mais definitivo: queime-os. No entanto, tenha algo ciente: tudo o que é relativo a pagamentos e elementos contabilísticos deve ser mantido por um período de, pelo menos, cinco anos. Esta janela temporal estava anteriormente fixada nos três anos, mas recentemente foi alargada a 10 (período recomendado). </p>
<p>No caso de serviços do Estado e Telecomunicações é mesmo aconselhável permanecer com eles em sua posse durante uma década.</p>
<p>Enumeradas as razões, a melhor opção é manter os documentos, por sua mão, num local adequado e discreto. Recomenda que estejam devidamente arquivados, longe de olhares indiscretos. Podem até parecer-lhe desnecessários a certo ponto, mas a verdade é que podem vir a ser-lhe muito úteis.</p>
<p><strong>A certeza da rotina</strong><br />
O procedimento de seguir sempre os mesmos passos em determinada ocasião pode ser visto como algo superficial, todavia qualquer pessoa encontra nesta rotina uma segurança. Experimenta-a, mas não sabe de onde provém por ter origem neste “movimento” tão comum e insuspeito. É muito natural não se ter consciência de que parte (ou a totalidade) da sua segurança deriva de actos rotineiras, mas o ponto assente é que a sua origem é essa.</p>
<p>Há determinadas acções que não podem ser alteradas, como a saída para o emprego ou levar os filhos ou familiares aos seus compromissos diários. No entanto, também há aquelas ocasiões que podem ser realizadas por uma ordem mais aleatória, como a deslocação ao hipermercado, ao ginásio ou a saída de domingo à tarde. São estas acções que podemos alterar e tornar menos rotineiras, pelo menos no carácter horário. Sempre que puder modificá-las, faça-o.</p>
<p><strong>Desconfie dos uniformes</strong><br />
É um dado adquirido: o ser humano tem o hábito de atribuir imediata confiança a pessoas de uniformes. E por uniforme não se entende apenas a de electricista ou funcionário dos correios (informais), mas também os pertencentes ao chamado “colarinho branco” (formais): venda porta-à-porta de serviços e outros semelhantes. Geralmente estas pessoas têm boa apresentação e utilizam uma linguagem clara, simples, mas não simplista, características muitas vezes utilizadas e reproduzidas por vigaristas que procuram ludibriar o máximo de vítimas possível, tirando partido desta aceitação prévia que a “pele” que vestem e encarnam temporariamente lhes confere.</p>
<p>Actualmente são cada vez mais as pessoas que recebem visitas deste género. Se decidir abrir a sua porta, a primeira regra é pedir a identificação, que também ela pode ser falsa. Por isso, é extremamente aconselhável agir com precaução. É certo que grande parte das pessoas que lhe batem à porta representam entidades verdadeiramente credíveis e podem ter boas intenções ou propósitos legítimos. Porém, tenha sempre em mente que “as aparências iludem” e faça uso prático da redundância da seguinte expressão: confie, depois de desconfiar.</p>
<p><strong>Mais vale prevenir do que remediar</strong><br />
Os conselhos apresentados não são uma linha única a seguir, mas podem ser considerados bons princípios para o seu próprio manual de segurança. Comece por experimentar algumas destas recomendações e analise se o ajudaram a sentir mais seguro. Quanto aos efeitos práticos, espera-se que não tenham de se fazer notar. E não se esqueça que “mais vale prevenir do que remediar”.</p>
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		<title>Prevenção de incêndios em casa</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos incêndios em casa acontece devido a problemas com a rede eléctrica, rede de gás ou descuidos das pessoas. A cozinha é, também, um potencial local de origem de muitos dos incêndios que acontecem nas habitações. A rotina pode levar ao descuido. Devem por isso ser realizadas uma ou duas inspecções anuais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos incêndios em casa acontece devido a problemas com a rede eléctrica, rede de gás ou descuidos das pessoas. A cozinha é, também, um potencial local de origem de muitos dos incêndios que acontecem nas habitações.</p>
<p>A rotina pode levar ao descuido. Devem por isso ser realizadas uma ou duas inspecções anuais de prevenção a todas as divisões da casa de modo a não descurar aspectos importantes de segurança. A prevenção é a melhor maneira de evitar incêndios.</p>
<p>Como medidas de segurança deve:</p>
<ul>
<li>Efectuar limpezas gerais periódicas aos locais normalmente pouco utilizados da casa, principalmente de locais de arrumos, para não permitir a acumulação de poeiras ou de lixos que são potencialmente combustíveis;</li>
<li>Equipar a sua casa com pelo menos um extintor. Ensine os seus familiares a utilizar esse extintor;</li>
<li>Se possível, instalar equipamentos automáticos de detecção de incêndio. Estes dão o alarme por fogo por accionamento provocado pelo fumo;</li>
<li>Fazer um seguro da casa e do recheio contra os riscos que possam ser cobertos;</li>
</ul>
<p>A rede eléctrica também deve ter cuidados especiais, dado que se estiver em más condições, pode ser um potencial ponto causador de incêndios.</p>
<ul>
<li>Não faça reparações improvisadas ou se não está à vontade com instalações eléctricas;</li>
<li>Substitua os fios eléctricos em mau estado;</li>
<li>Não ligue demasiados aparelhos na mesma tomada, principalmente os de elevado consumo (ex: máquina de lavar roupa ou loiça, aquecedores);</li>
<li>Nunca apague com água um incêndio de origem eléctrica. Há perigo de curto-circuito e as coisas podem piorar;</li>
<li>Não aproxime água de instalações eléctricas pois corre ainda o perigo de ficar electrocutado.<br />
Em relação à rede de gás, deve também ter alguns cuidados especiais:</li>
<li>Faça a revisão periódica das tubagens e instalações. </li>
<li>Se detectar alguma fuga, chame de imediato um técnico de gás credenciado.</li>
<li>Se cheirar a gás não provoque nenhum tipo de chama, não ligue nem desligue interruptores. Abra as janelas e tente fechar o gás. Contacte um técnico credenciado para efectuar a reparação. </li>
</ul>
<p>Existem ainda outras acções a ter em conta e que não são de descurar.</p>
<ul>
<li>Não seque a roupa nos aquecedores;</li>
<li>Afaste os produtos inflamáveis de uma fonte de calor;</li>
<li>Guarde os líquidos inflamáveis em recipientes fechados e em locais ventilados;</li>
<li>Proteja devidamente a lareira para que não se torne um foco de incêndio;</li>
<li>Não abandone velas acesas ou mal apagadas;</li>
<li>Nunca se esqueça do ferro de engomar ligado.</li>
<li>Se for de viagem, feche as torneiras de segurança do gás e o contador da electricidade;</li>
<li>Se for fumador tenha ainda em atenção para nunca fumar quando tiver sono, estando deitado ou no sofá. Use sempre cinzeiros grandes e estáveis e apaguem sempre bem os cigarros antes de os deitar ao lixo.<br />
Estas dicas não são milagrosas mas se seguidas a rigor podem certamente evitar a maior parte dos potenciais focos de incêndio numa habitação. </li>
</ul>
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		<title>Detectores de fumo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 18:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[detector de fumo]]></category>

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		<description><![CDATA[O detector de fumo é um aparelho o qual detecta fumo. A maioria dos aparelhos instalados em superfícies comerciais ou indústrias, transmitem um sinal que dispara o sistema de alarme em caso de incêndio, enquanto os aparelhos habitualmente instalados em casas, mais conhecidos como alarmes de fumo, geralmente utilizam o método de alertar através da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O detector de fumo é um aparelho o qual detecta fumo. A maioria dos aparelhos instalados em superfícies comerciais ou indústrias, transmitem um sinal que dispara o sistema de alarme em caso de incêndio, enquanto os aparelhos habitualmente instalados em casas, mais conhecidos como alarmes de fumo, geralmente utilizam o método de alertar através da audição e/ou visão.</p>
<p>Os detectores de fumo apresentam-se geralmente em forma de disco, em plástico, com aproximadamente 150 milímetros de diâmetro e 25 milímetros de espessura, mas a forma pode variar mediante o fabricante ou linha do produto. </p>
<p>A maioria dos modelos de detectores de fumo funcionam ou pela detecção óptica (fotoeléctrica) ou por um processo físico (ionização), enquanto outros usam ambos os métodos de detecção para aumentar a sensibilidade ao fumo. </p>
<p>Os detectores de fumo são normalmente activados por um sistema de alarme central de incêndios, e são alimentados por corrente eléctrica com uma bateria auxiliar. </p>
<p>Quando os detectores de incêndio estão ligados à Central Receptora de Alarmes, os funcionários contactam os bombeiros. Se o proprietário estiver em casa, e não houver ligação à CRA, ele mesmo poderá actuar.</p>
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		<title>Segurança das piscinas</title>
		<link>http://www.habitacaosegura.com/seguranca-das-piscinas/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[piscina]]></category>

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		<description><![CDATA[Os acidentes continuam a ser a maior causa de morte e incapacidade das crianças e jovens em Portugal, sendo o afogamento responsável pela segunda causa de morte acidental. O nosso País encontra-se entre os 6 países europeus com maior mortalidade por afogamento, com maior incidência nos primeiros 5 anos de vida. Proteja a piscina com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os acidentes continuam a ser a maior causa de morte e incapacidade das crianças e jovens em Portugal, sendo o afogamento responsável pela segunda causa de morte acidental. O nosso País encontra-se entre os 6 países europeus com maior mortalidade por afogamento, com maior incidência nos primeiros 5 anos de vida. </p>
<p>Proteja a piscina com uma barreira física para dificultar e atrasar o acesso da criança à água. As vedações não podem ser escaláveis, nem permitir a passagem de uma criança através dela, devem ter no mínimo 110 cm de altura, não podem ser escaláveis, nem ter aberturas superiores a 10cm. Devem ter um portão de fecho automático que abra para o exterior e alguma transparência para que a piscina seja visível.                                                          </p>
<p><strong>Nunca deixe a criança sozinha, nem por um segundo.    </strong><br />
Coloque sempre braçadeiras às crianças que não sabem nadar, mesmo quando estão a brincar fora da piscina; podem espreitar ou escorregar e cair enquanto brincam.</p>
<p><strong>Mantenha-se sempre sob vigilância.</strong><br />
Evite usar bóias ou colchões: não são auxiliares de flutuação, são brinquedos e podem tornar-se perigosos (por exemplo, quando se viram sem a criança ter braçadeiras). Explique às crianças mais velhas que certas brincadeiras (submersão da cabeça, empurrões para a água) podem ser muito perigosas.</p>
<p><strong>Mesmo quando as crianças sabem nadar é importante a vigilância de um adulto.</strong><br />
Todo o cuidado é pouco, nada de distracções! E não vale dizer que &#8220;isso a mim nunca me acontece&#8221;, mais vale dizer um dia &#8220;isso a mim nunca me aconteceu&#8221;.</p>
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